Cuiabá, 09 de Agosto de 2022

Delegacia aponta que pelo menos 20 mulheres foram vítimas de anestesista

Da Redação

A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, Rio de Janeiro, vai investigar se ao menos 20 mulheres foram vítimas do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, nos últimos meses, no Hospital Estadual da Mãe de Mesquita. O médico é investigado por seis casos e está preso pelo estupro de uma paciente, durante uma cesária, em outra maternidade.

Ao site O Globo, a delegada Bárbara Lomba, titular da Deam, disse que o anestesista é um criminoso em série e que ele sedava as vítimas para cometer os abusos.

Nesta quarta-feira, 13, a delegada conversou por telefone com a vítima do anestesista e contou sobre o abuso. Lomba contou que a  “vítima está muito indignada, revoltada e chateada” com tudo o que aconteceu.

Médico Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante por estuprar paciente grávida durante parto Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Médico preso por estupro na sala de parto atuava como anestesista desde abril

Preso na madrugada desta segunda-feira (11) após ser filmado estuprando uma paciente em trabalho de parto, o médico Giovanni Quintella Bezerra, de 32 anos, concluiu a especialização em anestesia apenas recentemente e gostava de se fotografar em ambientes hospitalares. “Vocês vão ouvir falar muito de mim”, escreveu em uma postagem.

O médico se formou no Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), na região sul do Estado do Rio de Janeiro, em 2017. A especialização em anestesia foi concluída este ano, no mês de abril. Não há muitas informações sobre sua produção acadêmica, uma vez que seu currículo na plataforma lattes não é atualizado há dez anos.

 

Giovanni Bezerra gostava de publicar fotos com sua rotina médica no Instagram –o perfil, porém, foi fechado após sua prisão. Diversas fotos dele que foram divulgadas nesta segunda nas redes sociais mostram o médico com uniformes de hospitais, daqueles que se usam em salas cirúrgicas. Em uma delas, escreveu: “Em frente, vou ganhando meu espaço na profissão que escolhi fazer a diferença”.

Ao receber voz de prisão, o anestesista declarou que não sabia o que estava acontecendo. Ao ser informado pela delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, que ele havia sido filmado praticando o abuso, Giovanni Quintella Bezerra se calou.

As imagens mostram o anestesista ao lado da paciente, que está dopada. Enquanto a equipe cirúrgica se prepara para começar a cesariana, Quintella tira o pênis da calça e o coloca na boca da grávida.

O advogado Hugo Novais, que defende Quintella, disse em nota que a defesa ainda não obteve acesso à íntegra dos depoimentos e dos elementos de prova no auto de prisão em flagrante. “A defesa alega que ainda não obteve acesso na íntegra aos depoimentos e elementos de provas que foram produzidos durante a lavratura do auto de prisão em flagrante. A defesa informa também que após ter acesso a sua integralidade, se manifestará sobre a acusação realizada em desfavor do anestesista Giovanni Quintella.”

 

Por CNN

Brasil registra terceiro caso de varíola dos macacos

O Brasil tem mais um caso de varíola dos macacos diagnosticada. Na noite desse domingo (12), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul notificou uma ocorrência de “caso importado” da doença.

O diagnóstico foi confirmado laboratorialmente, no domingo, pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo. Trata-se de um paciente residente em Porto Alegre, do sexo masculino, 51 anos, que viajou para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês.

“O paciente está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas secretarias de Saúde do estado e do município”, diz nota divulgada pelo Ministério da Saúde.

O ministério acrescenta que “todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox [varíola dos macacos, em inglês], com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

Casos no país

De acordo com o ministério, no momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem isolados e em monitoramento.

 

Por Agencia Brasil

Mulher de Dom Phillips diz que corpos do jornalista e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados; PF não confirma

G1

A mulher do jornalista britânico Dom Phillips, Alessandra Sampaio, disse nesta segunda-feira (13) que os corpos dele e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados. Eles estão desaparecidos há mais de uma semana na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.

Em nota, a PF negou que os corpos dos dois tenham sido encontrados (veja a íntegra abaixo). A associação indígena Univaja, que denunciou o desaparecimento dos dois, não confirmou.

São Paulo confirma segundo caso de varíola dos macacos

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou hoje (11) o segundo caso de varíola dos macacos, no estado. A doença foi detectada em um homem, de 29 anos, que está isolado em sua residência em Vinhedo, no interior do estado. 

De acordo com a Secretaria de Saúde, o caso é considerado importado, porque o homem tem histórico de viagem à Portugal e Espanha. Ele teve os primeiros sintomas ainda na Europa. O resultado positivo foi confirmado por um laboratório espanhol após o desembarque no Brasil, que ocorreu na última quarta-feira (8). 

Em nota, o Ministério da Saúde informou que novas amostras do paciente foram coletadas e serão analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

Na última quinta-feira (9), o governo paulista confirmou o primeiro caso no país: um morador da capital paulista que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, com boa evolução do quadro clínico.

Transmissão

A varíola dos macacos, em inglês, monkeypox, é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias. 

A doença pode ser transmitida ainda pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico contra a doença, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessário o cuidado e observação das lesões.

De acordo com a Secretaria de Saúde, os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido utilizado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

Medidas de controle

De acordo com o Ministério da Saúde, medidas de controle foram adotadas de forma imediata, como isolamento e rastreamento de contatos em voo internacional, com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Foram identificados três pessoas que estão sendo contatadas para orientações e monitoramento", diz a nota.

O Ministério da Saúde ressalta ainda que a pasta estabeleceu, desde 23 de maio de 2022, uma Sala de Situação para monitorar o cenário do vírus, no Brasil. "A medida tem como objetivo divulgar de maneira rápida e eficaz as orientações para resposta ao evento de saúde pública, bem como direcionar as ações de vigilância quanto à definição de caso, processo de notificação, fluxo laboratorial e investigação epidemiológica no país", destacou.

Matéria alterada, às 16h43, para acréscimo de informações do Ministério da Saúde.

Edição: Kelly Oliveira

Por Agencia Brasil

Comida de São João está mais cara por causa da alta inflação, mas demanda continua grande

Foram dois anos sem pular fogueira, dançar quadrilha ou comer milho cozido. E, em como todos os setores, os vendedores de comidas típicas se viraram como puderam até a reabertura do comércio após as restrições por causa da pandemia da Covid-19. A pipoca está mais cara. Isso porque o milho foi o produto da festa junina que mais teve alta neste ano, com o crescimento de quase 42% de acordo com o estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). O Fubá, que é um ingrediente de vários pratos típicos, também não está muito atrás e teve um crescimento de 41,5%. Apesar disso, a presidente do Centro de Tradições Nordestinas (CTN) conta que a procura pela festividade está muito grande.

Foi difícil adaptar a pipoca ao delivery. Nos primeiros anos de pandemia, o Matheus conseguiu igualar as contas vendendo petisco para que esperavam no drive thru do Centro de Tradições Nordestinas, onde ele tem ponto. O movimento tem melhorado desde janeiro, mas é agora, com as festas de São João, que o Matheus espera resultados melhores. “Quando a vacinação começou a avançar, a flexibilização também começou junto com ela e foi quando a gente conseguiu ver aquela luz no fim do túnel. Depois de tanto tempo a gente conseguiu ver as coisas melhorando. O São João se torna especial para a gente por conta de que a pipoca deixa de ser algo comum, e ela é uma coisa que é do cardápio do São João”, diz Matheus.

O Matheus usa dois tipos de milho. O comum, para pipoca salgada, e um importado, para a doce. Além de ter enfrentado escassez dos produtos, ele está pagando o dobro do preço por cada um. “A cada cinco quilos do milho comum, eu estou pagando R$ 30. E do milho especial eu pago R$ 65. Antes da pandemia,o milho especial era uns R$ 30, hoje que é o milho comum, e o milho comum chegava a R$ 15 no máximo. A gente usa, por exemplo, o açúcar, que a gente usa o cristal, também teve alta, o óleo também, e claro, uma coisa que fica em segundo lugar, além do milho, o gás. Que é basicamente tudo que a gente está trabalhando hoje, desde a embalagem, todos tiveram uma alta. Trabalhar com uma estratégia para não afugentar [o cliente], porque a pipoca, por mais que a gente tente mudar, tente fazer umas coisas novas, ela acaba sendo uma coisa comum. Então a pessoa acaba ficando assustada com um valor muito alto”, diz o vendedor. Apesar da alta, o Matheus tem experimentado uma boa recepção por parte dos consumidores. “É bom que o público vem ajudando bastante, vem entendendo que as coisas aumentaram como um todo. E a gente está tentando, aos poucos, não deixar isso assustar ninguém, mas é difícil”, completa

A presidente do Centro de Tradições Nordestinas, Cristiane Abreu se surpreendeu com o público que procurou o local para comemorar as festas de junho. “Sentindo que o público está com uma sede muito grande de se divertir, de interagir. Isso está sendo muito bom. A gente também estava com essa ansiedade para receber todo mundo, para fazer essa decoração linda, que o pessoal adora, para entrar com a Arena dos Estados, com a Vila dos Sabores Juninos, para encher o pessoal de forró, de quadrilha, quadrilha do CTN, a gente estava muito ansioso para tudo isso.Eu acho que esse ano vai ser atípico. Antes da pandemia a gente trouxe nos 18 dias de festa 187 mil pessoas. Então, já é um evento de sucesso. Mas, este ano, a gente está sentindo que juntou com isso, a demanda reprimida, a galera quer sair. A gente quer fazer festa, então juntou aí, deu uma equação boa”, diz. Somente no primeiro fim de semana do chamado São João de Nós Tudinho, o CTN recebeu 30 mil visitantes. A festa engloba as tradições de diversas partes do país, desde a comida nordestina de São João até o vinho quente das quermesses todas as sextas, sábados e domingos até o final de julho.

O economista Gilberto Braga explica o motivo da alta dos alimentos: “A inflação está muito elevada, o consumo de produtos alimentares cresceu durante a pandemia e o conflito entre a Rússia e Ucrânia trouxe também uma maior demanda por esses produtos com uma oferta menor. O milho e o açúcar foram muito afetados pelas condições climáticas. Então, nós tivemos períodos de chuva muito forte em alguns locais e em outros locais ao contrário, tivemos seca. Tivemos problemas com escoamento da produção, ou seja, problema com estradas, e temos também a questão dos combustíveis, que aumenta o custo do frete”.

*Com informações da repórter Nanny Cox

Por JP News

Ninguém acerta e Mega-Sena acumula em R$ 52 milhões; confira números do sorteio 2490

O concurso 2490 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado, 11, não teve ganhadores e o prêmio acumulou em R$ 52 milhões. As seis dezenas sorteadas foram 11 – 16 – 17 – 41 – 46 – 59, e nenhum apostador marcou todas. Contudo, segundo as Loterias Caixa, 65 pessoas acertaram a quina, e cada uma receberá R$ 65.482,06; outros 5.432 marcam uma quadra, e poderão retirar 1.119,38 cada uma. O próximo sorteio está previsto para ocorrer na quarta, 15, às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. As apostas poderão ser feitas por meio das casas lotéricas, ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Deputado Cattani irá palestrar em evento conservador ao lado de Tarcísio, Ricardo Salles e Eduardo Bolsonaro em Campinas

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) irá palestrar ao lado de nomes de peso do conservadorismo brasileiro, como do ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio Freitas, do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e do ex-senador Magno Malta, na terceira edição do CPAC Brasil, maior evento conservador do mundo, que vai acontecer nos dias 11 e 12 de junho, na cidade de Campinas, no interior de São Paulo. 

O convite para Catani realizar a palestra foi feito pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República Jair Bolsonaro e um dos idealizadores do evento.

Em sua palestra, Cattani, que vive no assentamento Pontal do Marape, na zona rural de Nova Mutum há mais de duas décadas, irá falar sobre o contraste entre o antigo modelo de reforma agrária usado durante o período militar e que passou a ser adotado no Governo de Jair Bolsonaro, com a emissão de títulos e o modelo aplicado por governos socialistas desde a chamada ‘redemocratização’, onde o direito de título de propriedade foi retirado.

 

Faça sua inscrição:

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Primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil é confirmado na cidade de São Paulo

primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil foi confirmado nesta quarta-feira (8) na cidade de São Paulo. O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, foi colocado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital.

Em nota, a Secretaria estadual da Saúde disse que "as amostras do caso ainda estão em análise pelo Instituto Adolfo Lutz" e que o paciente "teve início dos sintomas, como febre e mialgia [dor muscular], no dia 28 de maio".

Além deste caso, a Prefeitura de São Paulo informou que monitora o estado de saúde de uma mulher de 26 anos hospitalizada com suspeita de ter contraído a doença. Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a paciente passa bem. Familiares e pessoas próximas à paciente também estão sendo acompanhados pela gestão municipal.

Em nota divulgada nesta quarta (8), o Ministério da Saúde informou que oito casos estão em investigação em todo o país. Segundo a pasta, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo têm um caso suspeito cada um, e há ainda dois casos em monitoramento em Rondônia e outros dois em Santa Catarina.

Neste domingo (5), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou ter confirmado 780 casos de varíola de macacos em todo o mundo. Os dados correspondem ao intervalo entre 13 de maio e 2 de junho e leva em conta apenas pacientes identificados em locais em que a doença não é endêmica. Segundo a entidade, não houve mortes relatadas.

Justiça suspende participação da PRF em operações conjuntas fora das estradas

A 26ª Vara Federal Federal do Rio de Janeiro suspendeu a participação da Polícia Rodoviária Federal em “operações conjuntas planejadas e realizadas dentro de comunidades e no perímetro urbano”. A decisão, válida em território nacional, atende parcialmente a um pedido do Ministério Público, feito após ação conjunta na Vila Cruzeiro, Zona Norte do Rio, que acarretou em 23 mortes.

“À Polícia Rodoviária Federal cabe o patrulhamento ostensivo, fiscalização e controle das rodovias
federais, não havendo nenhuma norma que atribua ao aludido órgão o exercício de atividades de polícia judiciária e administrativa fora dos limites estabelecidos na Constituição Federal, quais sejam e repita-se, nas rodovias federais”, reforça o documento.

A decisão diz ainda que tal conduta administrativa constitui desvio de função de servidores e burla a disposição constitucional que estabelece a necessidade de realização de concurso público para a ocupação de cargos destinados ao exercício de atividade policial ostensiva.

A operação na Vila Cruzeiro foi uma ação conjunta entre a Polícia Militar (PM), o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Questionada pela CNN sobre a decisão, a Polícia Rodoviária Federal disse que aguarda ser oficialmente notificada para se manifestar sobre o assunto.

 

Por CNN Brasil

Veja quais são as 24 cidades de MT com shows investigados pelo MP

DA FOLHAPRESS

O cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, mal podia imaginar que, ao criticar uma tatuagem no ânus de Anitta há algumas semanas, terminaria por levar ao escrutínio público os milhões de reais pagos por prefeituras Brasil afora pelas apresentações de cantores sertanejos.

Nunca ficou tão evidente como é o pagador de impostos que banca os cachês milionários de Gusttavo Lima, por exemplo, artista bolsonarista que lota shows em feiras agropecuárias em cidades do interior defendendo Deus, pátria, família e liberdade entre uma música e outra. 

 

Após Zé Neto afirmar que não dependia da Lei Rouanet e que seus cachês “quem paga é o povo” para zombar de Anitta, uma série de investigações dos cachês que sertanejos e outros artistas ganham de prefeituras começou a ser feita por todo o país.

 

Hoje, 29 cidades pelo país têm shows investigados pelo Ministério Público –a maioria deles são de eventos de Gusttavo Lima, mas Xand Avião e Wesley Safadão também aparecem entre os cachês.

Mato Grosso

 

O Ministério Público de Mato Grosso decidiu apurar se houve irregularidade na contratação de cantores, sobretudo do sertanejo, por cachês que ultrapassam o R$ 1 milhão em 24 prefeituras do estado –Gaúcha do Norte, Porto Alegre do Norte, Figueirópolis D’Oeste, Sorriso, Nortelândia, Salto do Céu, Alto Taquari, Novo São Joaquim, Nova Mutum, Sapezal, Canarana, Acorizal, Brasnorte, Água Boa, São José do Xingu, Vera, Barra do Garças, Juína, Querência, Bom Jesus do Araguaia, Santa Carmem, Matupá, Nova Canaã do Norte e Novo Horizonte do Norte.

Anitta fala sobre shows contratados por prefeituras e diz já ter recebido proposta para desvio de verba: ‘Falei não’

G1

A cantora Anitta comentou, em um trecho antecipado da entrevista ao “Fantástico” que vai ser exibida na noite deste domingo (5), a discussão sobre shows contratados por prefeituras e pagos com dinheiro público. Ela disse já ter recebido proposta para desvio de verba: “Falei não”.

 

“Eu já recebi propostas, eu e meu irmão. ‘Você cobra tanto, aí eu vou e pego um pedaço.’ Eu falei ‘não'”, afirmou Anitta.

O debate acerca desse tipo de financiamento começou no início de maio após um comentário sobre a Lei Rouanet feito pelo sertanejo Zé Neto, parceiro de Cristiano, em um show em Sorriso (MT). A discussão iniciada ali jogou os holofotes sobre outra forma de incentivo menos discutida: os shows de prefeituras pelo Brasil. É verba é pública, a exemplo da Rouanet.

Naquele discurso, o cantor falou mal de Anitta e despertou a ira dos fãs dela. Disse ele: “Nós somos artistas que não dependemos de Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. A gente não precisa fazer tatuagem no ‘toba’ para mostrar se a gente está bem ou mal”.

A indireta sobre a tatuagem de Anitta foi massacrada por seguidores dela. Mas, no meio da briga, uma série de posts no Twitter do jornalista Demétrio Vecchioli mostrou que Zé Neto não usa a Rouanet, mas o show de Sorriso foi bancado com R$ 400 mil dos cofres da cidade.

Fatos e Fatos

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